Cristiana Sofia Santos de Sousa


Nasceu em 2001, natural de Santa Marinha do Zêzere- Baião, iniciou os estudos artísticos no curso profissional de Teatro na Academia Contemporânea do Espetáculo de Famalicão, concluído-o em 2019. Nesse mesmo ano ingressou na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, Porto, na Licenciatura em Teatro, a qual terminou no ano de 2022. No seu percurso formativo também se cruzou com companhias como Cão Danado e Palmilha Dentada. Enquanto profissional, participou no projeto “A VÓS” com a companhia Cão Danado, realizado através das plataformas digitais. Integrou a peça “ESTULTOS”, encenada por Nádia Matos e Joana Sarabando e também integrou a peça “Mulheres-Tráfico” encenada por Manuel Tur. Fez assistência de encenação ao espetáculo “Tivessem Ficado em Casa Seus Anormais”, encenado por Paulo Calatré, com a companhia Coletivo Sabotagem, onde também desempenhou o papel de assistência de produção. Em cinema fez figuração na série da RTP "Capitães Do Açúcar", foi protagonista da curta-metragem “SEMENTE” realizada por Edgar Fernandes, a qual participou no festival de cinema “48 horas” em Lisboa, curta-metragem essa que ganhou na categoria de “Visões Jovens” . Integrou o projeto "Filhos Do T", iniciativa feita em colaboração com a Associação de Estudantes da Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, na qual desempenhou papéis enquanto atriz, produtora, encenadora e criadora. Faz parte das companhias “Coletivo Sabotagem” e “NAVIO- Núcleo Artístico de Vontades Inusitadas e Outras”. Trabalha com a companhia Palmilha Dentada, participando enquanto atriz na peça “A Cidade e as Serras (Não é Eça!)” encenada e escrita por Ricardo Alves. Atualmente também colabora com o Teatro do Montemuro, onde integra a peça “As Pedras que nos Tocam” encenada por Paulo Duarte e a peça “11 Cisnes” encenada por Eduardo Correia, nas quais continua em digressão. Integrou a peça “Gil Vicente para Totós” encenada por Ivo Romeu Bastos , uma co-criação entre a Companhia Palmilha Dentada e NAVIO e recentemente estreou o monólogo “Maria Alice” escrito e interpretado pela mesma com a companhia NAVIO.